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Um homem tolo estava com sede e procurou água. Chegou à beira de um rio limpo e cristalino, mas não dava nem sinal de que iria beber das suas águas. 

«Por que não bebe?», perguntaram-lhe. 

«Estou com muita sede, mas não posso beber. É água de mais. Como vou conseguir engolir esta água toda?», explicou o homem. 

Todos desataram a rir à gargalhada. 

(Livro “Sementes do coração”, de Kentetsu Takamori)

Ninguém consegue beber toda a água do rio, mas pode matar a sua sede. 

Da mesma forma, se tentarmos resolver um problema de cada vez, começando pelo mais acessível, e nos dedicarmos a ele de corpo e alma, veremos certamente as portas a abrir-se quando menos esperarmos. 

É preciso refletir sobre os resultados que colhemos, pois são os frutos das sementes que plantamos. A semente que não é plantada nunca germinará. Mas toda semente plantada, com certeza, um dia dará frutos.

Leia também o artigo “Não culpar o destino é o primeiro passo para ter uma vida saudável e feliz”.

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Professor de filosofia budista, autor, diretor de conteúdo e presidente da ITIMAN. Diretor internacional da Ichimannendo Publishing Co. Ltd. - Tóquio, Japão.

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