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Do ponto de vista da essência, valor e natureza do ser humano, não há diferença entre brancos, negros, pardos, amarelos ou indígenas, entre um ministro, um cidadão comum e um mendigo. Em qualquer lugar do mundo, somos todos iguais: somos seres humanos.

Por outro lado, a desigualdade entre os seres humanos é uma realidade histórica e inegável. Ao longo da vida, conhecemos e encontramos com pessoas que nasceram numa família rica, outros em famílias mais humildes, desprovidas até mesmo de uma alimentação minimamente digna. 

Neste nosso mundo, há diversas distinções: pessoas sadias, pessoas doentes, pessoas inteligentes, pessoas tolas, aqueles que puderam estudar e são professores e diretores de escola, outros que não tiveram a mesma oportunidade mas administram seus próprios negócios, aqueles que mudam constantemente de emprego ou profissão, outros que trabalharam a vida inteira numa mesma empresa e trabalho, pessoas que se casaram e tiveram filhos e outros que optaram por um caminho diferente. Neste mundo, não há pessoas iguais, com vidas idênticas. 

As diferenças existentes desde o nosso nascimento, como a capacidade física e intelectual, o formato do rosto, a cor dos olhos e dos cabelos, a condição socioeconómica e a trajetória de vida de cada um são evidentes e nos levam a questionamentos inevitáveis: Por que eu nasci desta maneira? Por que a minha vida é assim? Afinal, como o nosso destino é definido? 

Quantas vezes já nos perguntamos desta forma, por não compreender as razões ou causas que geraram as várias consequências na nossa vida?

Casos semelhantes acontecem aos montes ao nosso redor e, por isso, surgem pessoas que pensam até que não vale a pena ser honesto e sempre agir corretamente. Outros, rendem-se à resignação e ao conformismo, e simplesmente dizem que “não há o que fazer e que precisamos aceitar os factos e condições da vida”.


Quando temos um sofrimento ou infelicidade da vida, é muito fácil nos revoltarmos contra terceiros, com acusações do tipo “ele(a) é o(a) responsável” ou “a culpa é do governo ou da sociedade”. Mas será que isto está de acordo com a realidade?

A filosofia budista explica, a partir do Princípio da Causalidade, que as consequências surgem na nossa vida de acordo com as ações que praticamos: “Boas ações resultam em boas consequências. Más ações geram más consequências. As minhas ações produzem as consequências na minha vida”.

Para compreender corretamente a relação de causa e consequência dos acontecimentos da nossa vida, principalmente quando enfrentamos uma dificuldade, é necessário entender o princípio de causa e efeito com maior profundidade. Isso significa ouvir a explicação e assimilar assuntos como karma, força kármica indestrutível, energia kármica e mundo kármico, relação de causa, condição e consequência, os três mundos temporais (passado, presente e futuro) e as suas relações.

Estes e outros tópicos importantes para a compreensão da relação de causa e consequência da nossa vida são discutidos e explicados no livro “CAUSA E CONSEQUÊNCIA – Filosofia budista para o dia a dia”, nos cursos online sobre o livro oferecidos pelo autor a todos os leitores.

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Onde adquirir o livro:

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Professor de filosofia budista, autor, diretor de conteúdo e presidente da ITIMAN. Diretor internacional da Ichimannendo Publishing Co. Ltd. - Tóquio, Japão.

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