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Um rei saiu quietinho de seu castelo no meio da noite quando ninguém estava olhando e colocou uma grande pedra no centro da cidade. De manhã, um soldado bêbado tropeçou nela, caiu e bateu a cabeça. “Quem pôs esta maldita pedra aqui?”, rosnou ele. “Queria ensinar uma lição a esse idiota.”

Xingando, ele seguiu seu caminho. Logo depois surgiu um cavalheiro montado em seu cavalo e por pouco ele não caiu em cima da pedra. Parou e disse: “Nossa, foi por pouco! Eu podia ter morrido. Que brincadeira maldosa!”. Protestando, foi-se embora.

Depois de mais algum tempo, apareceu um camponês puxando sua carroça. “O que é isto?”, exclamou. “Alguém pôs uma grande pedra aqui. É perigoso e atrapalha a passagem”. Resmungando, chutou a pedra e seguiu em frente.

Nenhum deles pensou em remover a pedra.

Um mês depois, o rei reuniu o povo na praça da cidade e advertiu: “Fui eu quem pôs a pedra aí. Mas ninguém fez o menor esforço de removê-la pelo bem coletivo. Isso é sinal de falha no meu próprio governo. Hoje eu vou pessoalmente remover a pedra”.

Quando ele o fez, viu-se que debaixo dela havia uma bolsa marcada com o seguinte texto: “Para quem remover a pedra do meio do caminho”. A bolsa estava cheia de ouro e joias.

(Conto do livro “Educar com sabedoria”, de Kentetsu Takamori)

As cerejeiras da montanha florescem maravilhosamente mesmo quando não há ninguém para olhar. Deve-se fazer o bem com sinceridade, mesmo quando ninguém está vendo.

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Mauro M. Nakamura
Professor de filosofia budista, autor, editor de conteúdo e presidente da ITIMAN. Diretor internacional da Ichimannendo Publishing Co. Ltd. - Tóquio, Japão.

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