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Três ladrões roubaram muito dinheiro e fugiram para o alto de uma montanha. Quando começaram a dividi-lo, um deles ficou ganancioso e pensou num plano. “Esperem”, disse, cheio de malícia. “Vamos primeiro comer alguma coisa. Vou buscar comida.” Os outros dois ladrões estavam com fome e concordaram. 

O primeiro ladrão foi à cidade e comprou pães. Depois de comer sua parte, injetou veneno no resto, planejando matar seus companheiros. Enquanto ele estava fora, os outros dois pensaram em um plano igualmente malévolo. Combinaram de eliminar o companheiro e repartir o dinheiro entre eles. 

Quando o primeiro ladrão voltou, pôs no chão o saco de pães e disse: “Podem comer. Eu já comi a minha parte”. E então, rindo por dentro, saiu para urinar à beira do precipício. 

Os outros dois foram atrás dele, o empurraram e jogaram vale abaixo. “Bom trabalho. Agora vamos comer e depois repartir o que conseguimos.” Os dois morreram lado a lado. Tudo o que restou no alto da montanha foi o saco de dinheiro.

(Texto de Kentetsu Takamori, autor do livro “Porque vivemos”)

Queremos ter saúde, boa reputação, casa, carro, riquezas, isto e aquilo, mais, mais e mais … Sofremos em nossa busca interminável por reconhecimento, bens, dinheiro, melhores condições de vida, e no fim morremos deixando tudo para trás. 

A história dos três ladrões ilustra um ponto de reflexão muito relevante para qualquer ser humano.

Leia mais sobre este tema no artigo “A essência do desejo humano “.

Dúvidas, perguntas e comentários podem ser enviadas para Mauro Nakamura, pelos seguintes meios:

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Professor de filosofia budista, autor, diretor de conteúdo e presidente da ITIMAN. Diretor internacional da Ichimannendo Publishing Co. Ltd. - Tóquio, Japão.

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