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Nesta vida, todos os elos duram pouco. Somos marido e mulher, pais e filhos, por um período curto. Quando tomamos consciência desta brevidade, o elo de cada instante transforma-se num tesouro.

(Prof. Kentetsu Takamori, livro “Sementes do Coração”)

A filosofia budista explica que a nossa vida pode ser comparada a um sonho. Enquanto sonhamos, não temos noção do que é sonho, nem do que é realidade. Por isso, acreditamos que o sonho continuará para sempre.

Somente no momento em que acordamos, tomamos consciência do sonho e da realidade, simultaneamente.

Ao acordarmos do sonho desta vida, a resposta da questão fulcral “porque nascemos e vivemos” ficará totalmente clara e conheceremos a grande alegria de estar vivo: “Nascer humano é um raro privilégio e isto é absolutamente maravilhoso!”

Sakyamuni, o buda, ensinou que é muito difícil nascer como ser humano e que, por isso, precisamos valorizar esta vida que temos e, enquanto temos saúde, chegar até a felicidade plena nesta vida. Partilhamos um vídeo sobre a parábola budista da tartaruga cega e o tronco flutuante, em que Sakyamuni explica a dificuldade e, ao mesmo, a grandiosidade e a felicidade de ter nascido como ser humano.   

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Mauro Nakamura, pelos seguintes meios:

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