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Este episódio aconteceu há 2600 anos, quando Shakyamuni e os seus discípulos andavam de casa em casa, recolhendo doações e transmitindo a virtude da prática do bem. 

Ao ver o grupo de Shakyamuni, um dos lavradores que descansava após o almoço, disse em tom de ironia: «Por que não trabalham e cultivam a terra para produzir alimentos para a população, como nós fazemos, ao invés de apenas andar e pedir doações?» 

Buda respondeu calmamente: «Nós também somos lavradores, e trabalhamos.» Surpreendido pela resposta inusitada, o agricultor perguntou: «Então diga-me, onde estão os vossos utensílios agrícolas? Onde está a enxada? E a semente? E os frutos?»


E, novamente com serenidade, Shakyamuni explicou:

«Cultivamos a “terra” do coração das pessoas, com o “arado” que se chama paciência ou perseverança. Com a “enxada” da diligência, plantamos a “semente” da felicidade para que as pessoas possam colher os seus “frutos”, com uma vida verdadeiramente feliz.» 

«Maior que a terra infértil, é a dificuldade de cultivar o coração das pessoas». (Buda Shakyamuni) 

A única ferramenta utilizada por Shakyamuni foi a palavra. Ao longo de toda a sua vida, proferiu palestras para explicar o caminho para a felicidade plena e duradoura, possível nesta vida para todas as pessoas. 

Conheça mais sobre a filosofia budista e a sua relação com a nossa vida quotidiana, a partir do Princípio da Causalidade, base do Budismo e de uma vida verdadeiramente feliz, no livro «CAUSA E CONSEQUÊNCIA – Filosofia budista para o dia a dia».

Dúvidas, perguntas e comentários podem ser enviadas para Mauro Nakamura, pelos seguintes meios:

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Professor de filosofia budista, autor, diretor de conteúdo e presidente da ITIMAN. Diretor internacional da Ichimannendo Publishing Co. Ltd. - Tóquio, Japão.

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