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Boa parte das pessoas busca a felicidade através do dinheiro, acreditando estar nele a solução de todos ou, no mínimo, dos maiores os problemas da vida. Por acreditarem ser uma visão demasiadamente materialista da vida, outras pessoas buscam a felicidade através da realização pessoal, convencidas de que apenas o dinheiro não é suficiente para satisfazê-las plenamente. Deste modo, julgam ser primordial “fazer aquilo que se realmente gosta” ou “trabalhar naquilo que proporciona prazer e, ao mesmo tempo, que possa ajudar as demais pessoas”.

Nessas duas visões de vida ou de felicidade, o fator preponderante é o trabalho, pois sem trabalhar, as pessoas não conseguem o tão desejado e necessário dinheiro. Além isso, a realização pessoal, na maioria das vezes, está intimamente relacionada à realização profissional.

Se perguntarmos às pessoas por que elas trabalham, de modo geral, responderão que o fazem, entre outras coisas, principalmente para ganhar dinheiro. Mas ganhar dinheiro para que? Para satisfazer as três necessidades básicas do ser humano: alimentação, habitação e vestuário. Afinal de contas, se não comermos, morarmos e nos vestirmos adequadamente, não conseguiremos viver. 

Mas por que precisamos viver? Esta é uma pergunta que nós temos uma grande dificuldade em responder. Podemos dividir esta grande questão em outras duas:

Por que nascemos?

Por mais que a vida seja sofrida, por que temos de continuar a viver?

Sem encontrar uma resposta satisfatória, a maioria das pessoas foge desta reflexão e concentra-se no trabalho, na vida familiar, social e às atividades cotidianas. Desta forma, ficam presas ao “ciclo vicioso da vida cotidiana”, sem saber por que trabalham, ganham dinheiro, satisfazem as três necessidades básicas (alimentação, habitação e vestuário) e continuam apenas a viver, mesmo enfrentando todos os sofrimentos e desafios da vida.

Portanto, o dinheiro e a realização pessoal não respondem à questão fulcral da vida e do ser humano: por que vivemos? Neste sentido, podemos concluir que são insuficientes para nos proporcionar a felicidade plena e verdadeira.

Mas, afinal, qual é a resposta desta questão essencial para a nossa felicidade? 

A filosofia budista, transmitida pelo Buda Shakyamuni há mais de 2600 anos, apresenta e explica esta resposta de maneira didática e clara, de modo que qualquer pessoa que ouça e leia o seu conteúdo poderá compreender e caminhar em direção à felicidade plena, nesta vida.

Leia a continuação desta explicação no artigo “Felicidade temporária e felicidade duradoura”.

Dúvidas, perguntas e comentários podem ser enviadas para Mauro Nakamura, pelos seguintes meios:

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Professor de filosofia budista, autor, editor de conteúdo e presidente da ITIMAN. Diretor internacional da Ichimannendo Publishing Co. Ltd. - Tóquio, Japão.

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