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Quando ouvimos falar numa pessoa ignorante, normalmente pensamos em alguém com deficiência de conhecimentos, inteligência ou sabedoria. E não é estranho que seja assim, pois no dicionário de língua portuguesa, a palavra ignorância é explicada como “estado que quem ignora”, “falta de ciência ou saber” ou “incompetência”.

Mas no Budismo é ensinado mais um tipo de ignorância, que não encontramos nos dicionários: a ignorância sobre a verdade universal do Princípio da Causalidade.

O Princípio da Causalidade diz que para toda consequência, seja boa ou má, com certeza, existiu uma causa. E que todas as consequências que acontecem na nossa vida são causadas pelas nossas próprias ações, sem exceções.

Tudo isso parece ser simples, mas a vida prática do cotidiano nos mostra que não é bem assim.

Um dos exemplos desta dificuldade humana é a inveja. O que é, e por que sentimos inveja?

Quando vemos uma pessoa que, de alguma forma, é superior ou está num patamar acima do nosso, imediatamente surge um sentimento desagradável que ninguém deseja ter, mas que todos nós sentimos e nos esforçamos para não mostrar: a inveja.

Embora seja um sentimento ruim, do qual podem brotar pensamentos e ações prejudiciais ao ser humano, a inveja também pode ser o combustível para impulsionar o nosso desenvolvimento e crescimento como seres humanos.

Se ao invés de apenas ficarmos remoendo a inveja dentro da nossa mente e coração, utilizarmos e redirecionarmos essa mesma energia para alguma atividade positiva, que nos faça progredir e crescer, o que irá acontecer?

Com certeza, seremos pessoas melhores do que somos atualmente.

Ainda tem dúvida disso? Então, basta colocar em prática para comprovar!

Vamos em frente, pois é vida que segue! A explicação detalhada sobre a inveja e outros sentimentos inerentes a qualquer ser humano, como o desejo, ira e ciúme, faz parte do profundo significado da parábola budista “A natureza do ser humano”, cujo vídeo está disponível abaixo.

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Mauro Nakamura, pelos seguintes meios:

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