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Durante a noite, os macacos saíam em bando para roubar rabanetes da plantação. Pegavam o primeiro rabanete com cuidado, mas, quando pegavam o segundo, derrubavam o primeiro e só levavam o último.

Sem parar, percorriam a plantação arrancando rabanetes, um a um. Ao amanhecer, voltando à montanha, cada macaco trazia apenas um rabanete na mão.

A plantação estava devastada, mas os macacos haviam colhido muito pouco.

Algumas pessoas, para conquistar pouco, causam grandes danos. São pessoas tolas. Líderes do mundo, chefes de nações que se envolvem em conflitos mortais devem ter a inteligência bem próxima à desses macacos.

(Texto do livro “Um Caminho de Flores”, de Kentetsu Takamori)

No Grande Sutra Budista da Vida Infinita podemos ler: “As pessoas nesta vida são superficiais e todos lutam por coisas que não são urgentes”. Em outras palavras, “completamente distraídas pelo que está diante dos olhos, elas não se dão conta do propósito essencial da vida: eliminar a escuridão da mente (causa básica do sofrimento humano) e conquistar a felicidade suprema”.

Este é o alarme que o Buda Sakyamuni faz soar.

Quando soubermos da questão crucial do nascimento e da morte, a discussão a respeito de a vida ter um objetivo ou não se tornará supérflua. Isso porque, nesse momento, o propósito da vida aparecerá diante de nós com clareza inconfundível.

Leia mais sobre este assunto no livro “Porque Vivemos”, de Kentetsu Takamori.

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Mauro Nakamura
Professor de filosofia budista, autor, editor de conteúdo e presidente da ITIMAN. Diretor internacional da Ichimannendo Publishing Co. Ltd. - Tóquio, Japão.

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