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Desde que nascemos, estamos em constante aprendizado, mesmo que isso não seja um ato consciente. Algumas coisas aprendemos rapidamente. Outras, a duras penas. Mas o facto é que sempre há pessoas ou situações que nos ensinam algo, nos revelam um mundo novo ou simplesmente um ponto de vista diferente. 

Os primeiros mestres costumam ser os nossos pais, que nos incentivam e nos ensinam a falar, andar e, mais tarde, a comer sozinhos. Mais tarde, quando ingressamos na escola, são os professores que nos apresentam o universo maravilhoso do conhecimento, da educação e da cultura. 

Na adolescência, aprendemos muito também com nossos amigos e familiares. Já adultos, dentre os nossos “professores” estão os nossos colegas de trabalho, que nos transmitem seus conhecimentos, habilitando-nos a exercer determinada função ou cargo. 

Numa sociedade que preza a realização pessoal e a competência individual, muitos estão propensos a acreditar que chegaram aonde estão sozinhos, somente pela própria competência e por mérito próprio. 

Claro que as conquistas se devem aos nossos esforços, habilidades e talentos. Porém, ao analisarmos nossos passos, perceberemos que ao longo da vida fomos orientados por muitas pessoas, quer seja na figura de um professor ou mesmo a partir de um bom livro que lemos, de um amigo que nos aconselha ou de uma notícia que nos inspira. 

Podemos entender que cada pessoa ou situação que nos ensina algo é um “encontro” que temos na vida. Por isso, a filosofia budista ensina que a vida é feita de inúmeros “encontros”. O ideal é que estejamos abertos e atentos a esses “encontros”. Se pensarmos que todas as pessoas têm algo a nos ensinar, nossa fonte de conhecimento e crescimento será inesgotável. 

Esses “encontros” também devem ser valorizados, principalmente, porque sozinhos, o conhecimento que podemos adquirir é muito limitado. Por isso, precisamos de “professores”. Mas a grande questão é o que aprender com esses “professores”.

Durante a nossa vida escolar, temos professores que nos ensinam a língua que falamos e a nos comunicar, realizar as operações matemáticas e que nos transmitem conhecimentos científicos e históricos, entre outros. Tudo isto é importante para vivermos. 

De todos os conhecimentos que podemos obter, por mais variados e relevantes que sejam, o mais importante de todos é, sem dúvida, o objetivo de estarmos vivendo, o propósito da vida. 

A filosofia budista, transmitida pelo Buda Shakyamuni há mais de 2600 anos explica de forma didática sobre este tema, tão importante quanto saber ler, escrever, fazer cálculos e simplesmente viver, mas que é de essencial importância para que tenhamos uma vida verdadeiramente feliz.

Leia mais sobre este tema no livro Porque vivemos.

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Professor de filosofia budista, autor, editor de conteúdo e presidente da ITIMAN. Diretor internacional da Ichimannendo Publishing Co. Ltd. - Tóquio, Japão.

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