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O notável matemático japonês Dairoku Kikuchi (1855-1917) foi educado fora de seu país. Enquanto estudava em Inglaterra, na Universidade de Cambridge, era o primeiro da classe – até o momento em que teve de passar um longo período no hospital.

Os outros alunos, incomodados porque as melhores notas eram de um estrangeiro, reuniram-se em torno do colega Brown, cujas notas vinham logo em seguida. “É a sua chance!”, disseram a ele. “Kikuchi está doente e não pode assistir às aulas e fazer anotações, então, você tem de defender a honra britânica e ser o primeiro da classe!”

Kikuchi recuperou-se e prestou o exame final. Quando as notas do semestre foram divulgadas, seu nome estava em primeiro lugar, e o de Brown, em segundo. Ao ver isso, Brown murmurou para si mesmo, satisfeito: “Eu salvei a honra britânica”.

Na verdade, ele fora visitar Kikuchi no hospital todos os dias e levar para ele as anotações das aulas.

(História do livro “Um caminho de flores”, de Kentetsu Takamori)

Num mundo em que tantas vezes as pessoas desejam o mal dos outros e ficam satisfeitas com o fracasso de seus pretensos amigos, este episódio vivido pelo matemático japonês Kikuchi é um exemplo inspirador para a nossa vida.

São condutas como esta, de verdadeira solidariedade, gentileza e amizade, que precisamos valorizar e praticar no cotidiano. Mesmo nas menores ações que praticamos. Se fizermos a nossa parte, com certeza, o mundo será cada dia melhor e todas as pessoas poderão viver mais felizes.

Outras histórias como esta também podem ser lidas no livro “Sementes do Coração”, de Kentetsu Takamori.

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Mauro Nakamura, pelos seguintes meios:

Mauro Nakamura
Presidente da Itiman, professor de Budismo.

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