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Supondo que a duração da vida seja tal qual o tempo de existência de um boneco de neve num dia de primavera, o que se deve fazer nesse curto período?

Pensar que a vida é longa nos faz desperdiçar o tempo. No entanto, a consciência de que ela é de fato curta, nos força a ser extremamente cuidadosos na escolha do que fazer em cada momento.

Nessa vida passageira, o que devemos fazer em primeiro lugar?

Quem consegue responder esta pergunta com clareza?

No Grande sutra da vida infinita, um dos principais textos budistas, podemos ler as seguintes palavras: “As pessoas, nesta vida, são superficiais, vulgares, e todos lutam por coisas que não são urgentes”.

Em outras palavras, isto significa: “Completamente concentradas apenas no que está diante dos olhos, nas questões, bem-estar e alegrias cotidianas, elas não se dão conta da tarefa essencial da vida: saber e eliminar a causa básica do sofrimento humano e obter a felicidade plena e duradoura, nesta vida.

Esta é a mensagem deixada pelo Buda Shakyamuni há mais de 2600 anos e que continua a ecoar nos tempos atuais.

A Itiman produz textos, artigos, livros, vídeos e filmes que apresentam e explicam de maneira didática as respostas dadas pela filosofia budista. Acompanhe o site, nossas redes sociais, canal no Youtube e saiba mais sobre as questões essenciais da vida e do ser humano.

Para saber mais sobre este assunto, sugerimos a leitura dos dois artigos abaixo e partilhamos um breve vídeo que explica porque a vida humana é infinitamente preciosa, a partir da parábola budista “A tartaruga cega e o tronco flutuante”.

Dúvidas ou perguntas sobre o conteúdo deste artigo podem ser enviadas para

Mauro Nakamura, pelos seguintes meios:

Mauro Nakamura
Presidente da Itiman, professor de Budismo.

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