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Todos nós cometemos muitos erros. Aprender ou não com eles depende da profundidade com que refletimos sobre os nossos atos.

É o que ensina o professor Kentetsu Takamori, no livro “Um caminho de flores”, que pode ser folheado na imagem abaixo.

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O Budismo explica o ser humano a partir das ações praticadas pelo corpo, pela boca e pela mente. Destas, a ação mental é a mais importante. Esta ênfase na ação da mente pode ser verificada também nos tribunais, que distinguem um assassinato premeditado de um homicídio involuntário.

Por que aquilo que pensamos tem maior peso do que as ações físicas e verbais? A resposta é simples: os atos da fala e do corpo são controlados pelos pensamentos da mente.

A filosofia budista sempre prioriza as ações praticadas pela mente ou coração, assim como os bombeiros focam a origem do fogo num incêndio.

Por isso, para se viver e aprender, é necessário olhar e refletir com sinceridade sobre as nossas ações, principalmente, os pensamentos que temos dentro da nossa mente e coração.

Os três tipos de ações (corpo, boca e mente) que praticamos são explicados na fábula budista “A natureza do ser humano”, ensinada pelo Buda Shakyamuni e que está registada no Sutra das Parábolas.

Partilhamos, abaixo, o vídeo desta famosa parábola budista.

Textos sobre o significado do vídeo da parábola estão disponíveis neste site e o aprofundamento das explicações também são feitas nos workshops e cursos online e presenciais, promovidos pela Itiman.

Dúvidas, perguntas e comentários podem ser enviadas para Mauro Nakamura, pelos seguintes meios:

Mauro Nakamura
Professor de filosofia budista, autor, editor de conteúdo e presidente da ITIMAN. Diretor internacional da Ichimannendo Publishing Co. Ltd. - Tóquio, Japão.

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